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Dispositivo criado no Japão promete enviar “cheiros” através do celular

   Já pode mandar o tio engraçadão parar com a piada do “passar perfume para a foto” porque a partir no mês que vem, uma empresa japonesa lançará um dispositivo que, anexado ao iPhone será capaz de emitir cheiros para acompanhar mensagens/imagens via celular.
   A ideia não é recente, uma vez que 1960 um sistema chamado Smell-O-Vision foi designado para a emissão de cheiros durante projeção de um filme, mas não obteve sucesso e acabou sendo deixado para trás. Retomadas as pesquisas, um grupo de cientistas adaptou o projeto para transmissão via celular.
   Batizado de Scentee, o dispositivo possui uma série de cartuchos especiais com odores específicos que podem ser combinados para a criação de outros cheiros.
   De acordo o criador do projeto, professor de computação da City University London, Adrian Cheock, o dispositivo poderá aproximar os fãs de seus ídolos. “Imagine, por exemplo, seu músico preferido lhe enviar uma mensagem de celular com um cheiro junto”.
   Ainda não existem previsões quanto ao preço do produto, mas para os fanáticos por tecnologia, é interessante já começar a preparar o bolso.

Pulmão não é o único afetado com cigarros - Tabagismo prejudica o cérebro e aumenta risco de demência

    Ao contrário do que se pensa, não é apenas o pulmão que perde quando se acende um cigarro. Segundo dados de pesquisa realizada pela Universidade King's College, em London, os fumantes sofrem mais na hora de aprender coisas novas, memorizar e raciocinar. 
    Mais 8,8 mil pessoas foram convidadas para os testes e nestes, tiveram de memorizar novas palavras e nomes, ou citar a maior quantidade possível de animais em um minuto. Eles refizeram as atividades quatro e oito anos depois. Com os resultados, foi possível concluir que os fumantes foram mais prejudicados do que os não fumantes. Fatores como obesidade e pressão alta, também atrapalham a capacidade cognitiva do cérebro, porém não chegam a prejudicar tanto quanto o cigarro. 
  "Pesquisas anteriores já relacionaram tabagismo e hipertensão arterial a um maior risco de declínio cognitivo e demência” diz Dr. Simom Ridley, da Alzheimer Research do Reino Unido.

Via BBC UK

Distrações podem ser aliadas de boas decisões

     Segundo pesquisa realizada por psicólogos americanos, a melhor maneira de tomar uma boa decisão é “desencanar”. Reservar um tempo pra ouvir uma boa música, assistir a um filme e ocupar a mente com algo legal, é o que pode definir uma boa escolha. 
     O estudo foi concluído após dividir 27 pessoas em três grupos, onde descreveram as características de quatro carros. O primeiro grupo, deveria escolher na hora qual a melhor opção, o segundo, teve que pesar os prós e contras antes de decidir e o terceiro, ao invés de focar na decisão, realizar alguns exercícios de memorização. Os resultados mostraram que o grupo de distraídos, tomou a decisão mais sábia. 
     Durante todo o teste, os voluntários passaram por exames de ressonância magnética e foi assim que os pesquisadores descobriram que, mesmo quando se está distraído, parte do cérebro responsável pelo aprendizado de novas informações, continua ativa por mais uns 2 minutos. Assim, inconscientemente, o indivíduo ainda analisa qual decisão deve tomar. 
    A grande vantagem é que o inconsciente age de forma mais eficiente na hora de fazer a análise de todos os detalhes da situação. É o que diz David Creswell, líder da pesquisa “Sua mente consciente tem uma capacidade mais restrita - só pode pensar em algumas características de uma vez. Mas seu inconsciente não tem essa restrição e consegue pesar toda a informação relevante de uma vez, de forma mais eficaz”.

Via The Body Odd 

Pesquisa relaciona preconceito com baixo QI

    Estudos realizados pela Universidade de Ontario, no Canadá, revelam que pessoas menos inteligentes são mais conservadoras, preconceituas e racistas. A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, mostra que crianças com baixo QI estão dispostas a realizar atitudes preconceituosas ao se tornarem adultas. 
  Apontando para um ciclo vicioso, os adultos com pouca inteligência se limitam à ideologias socialmente conservadoras e resistentes à mudança, assim, acabam desenvolvendo preconceito. Segundo o estudo, as pessoas menos inteligentes são atraídas por ideologias que oferecem estrutura e ordem, o que proporciona conforto para entender um mundo complicado. 
  O pesquisador chefe do estudo, Gordon Hodson, informa que apesar da conclusão, não se pode generalizar já que a pesquisa é um estudo de médias de grandes grupos. Nem todos os liberais são brilhantes e nem todos os conservadores são estúpidos. 


Dispositivo desenvolvido por jovem de 19 anos promete retirar lixo plástico dos oceanos

    Já é de se saber que o descarte inadequado do lixo plástico prejudica os animais marinhos, os pássaros e claro, a humanidade. Só pra constar, existem mais de quatro milhões de toneladas de garrafas e embalagens acumuladas no meio do oceano Pacífico, estas, formam um amontoado de 700 mil km², o que equivale a duas vezes o estado de São Paulo. Com o objetivo de reverter a situação, encontra-se o estudante holandês Boyan Slat, que desenvolveu um protótipo de uma raia-robô capaz de retirar os resíduos plásticos das águas. 
   O projeto premiado com o melhor Desenho Técnico de 2012, na Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, funcionaria como um funil, atraindo a sujeira para o ângulo formado por suas hastes e encaminharia para suas plataformas de processamento, onde o lixo seria filtrado, separado do plâncton e armazenado para reciclagem. Além disso, o dispositivo seria capaz de analisar a quantidade e o tamanho das partículas de plásticos presentes nas manchas de sujeira do oceano. 
    Pretendendo minimizar os impactos ambientais da máquina, uma equipe formada por 50 engenheiros, tem a intenção de utilizar placas solares e aproveitar a força das ondas e das correntes marítimas para gerar a energia necessária para o funcionamento do sistema. 
    Apesar de ainda não ter data para lançamento, o aparelho promete extrair 7 250 000 toneladas de plástico dos oceanos em apenas cinco anos, segundo Slat, em seu site.



Pornô panda pode ser solução contra extinção da espécie


     Pré dispostos a encantar o coração humano e servir de modelo para ursinhos de pelúcia, os simpáticos pandas encontram-se em ameaça de extinção devido ao seu problema particular com o sexo, ou melhor dizendo, a falta dele. 
    A fisiologia e o comportamento destes animais contribui para um ciclo reprodutivo pouco eficiente, considerando que o período fértil das fêmeas dura apenas 72 horas por ano e neste intervalo de tempo, elas só estão realmente férteis por um período entre 12 e 24 horas. O curto espaço de tempo não contribui para a reprodução, já que os grupos familiares da espécie encontram-se isolados em bolsões de floresta nas montanhas do sudoeste da China, bem distante uns dos outros. Por isso, acreditou-se que os problemas de desencontros poderiam ser solucionados em cativeiros, porém, pesquisadores relataram que os pandas parecem muito mais dispostos a guerra dos sexos do que ao amor.
Sessão cinema da fêmea Ke Lin
  A situação preocupa os cientistas já que exemplares dos mamíferos, incluídos na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), encontram-se atualmente em pouco mais de dois mil, em todo o mundo.
    Depois de diversas tentativas frustradas de fazer o casal de pandas Ke Lin e Yong Yong se acasalarem, os chineses do Chengdu Research base of Giant Panda Breeding - centro chinês de pesquisa e reprodução da espécie - resolveram apelar pelo estímulo gerado por filmes pornô. 
    O mais cômico de tudo isso é que a fêmea Ke Lin, que até então rejeitava o namorado que haviam escolhido para ela, resolveu ceder às investidas de Yong Yong, após assistir vídeos de outros pandas se acasalando.
    Agora com a descoberta, é melhor apertar o play e esperar que o filme seja bom!